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Big Trouble - Fenachamp 2007 PDF Imprimir E-mail
Por Gretel Hoffmann   
13 de novembro de 2007

FENACHAMP 2007:

CHAMPANHA SORRINDO GELADAMENTE TESTEMUNHOU AMORES E ALEGRIAS...

Novidade na Avaliação Nacional de Vinhos 2007, um ingresso para a FE.NA.CHAMP era oferecido a cada degustador amador junto com o material fornecido para os trabalhos. E sabendo disso antecipadamente a través do site, planejei dar “um pulo” até a vizinha cidade de Garibaldi para visitar a FE.NA.CHAMP.

Claro que dentro dos meus planos devi incluir voltar a pé (pelo menos parte do caminho, até um bom cidadão de Bento me dar carona), já que mesmo com uma festa da importância da citada as freqüencias de ônibus de linha SÓ iam até 21:00 hrs. ... e taxi a R$ 30 os 8 quilômetros entre as 2 cidades, nem pensar!. E já que o almoço após a Avaliação acabara mais das 17 hrs., impossível dedicar à principal festa da cidade de Garibaldi tão pouco tempo. São “ossos do ofício” que já enfrentei alguma outra ocasião, não chegou a me assustar. Mas vá um puxão de orelhas para os responsáveis municipais que esquecem que nem todos possuem carro ou podem desperdiçar no taxi aquilo que planejaram investir em diversão na festa.

Nessa noite de sábado 29 de setembro a instalação da FE.NA.CHAMP recebeu tantos visitantes, que em alguns dos stands houve dificuldade para atenção; mais que nada em aqueles que não foram precavidos de organizar quem chegava 1º e quem depois, como me aconteceu no local onde pensava degustar delícias típicas quentinhas para regá-las depois com um belo brut... parti para outro depois de ver vários posteriores a mim sair com o pratinho. Pena...

De qualquer forma, isso não opacou o brilho dos momentos que felizmente pude viver... com um champanha sorrindo geladamente, sendo testemunha viva de amores, alegrias e ROCK’N ROLL!...

 

ROCK NA FENACHAMP:

BIG TROUBLE”, HIGH LEVEL...

Logo enseguida que coloquei os pés na FENACHAMP e após apreciar com alegria como há mãos artistas capazes de recriar uma cidade no estilo antigo com luzes e tudo situada à esquerda da entrada (ver foto), já fui sentindo os primeiros acordes de um rock que nascia no palco. Sabia pelo site que assim seria... só não podia saber que Garibaldi tinha uma banda que fizesse um rock tão... limpinho, bem apresentado, cada música inclusive mais uma versão própria do que um cover. O baixo pesava... era algo assim como o “eixo de gravidade” de uma máquina, uma motocicleta por exemplo; parecia... sim, parecia blues-rock, southern-rock! Francamente, quando saiu “Sweet home Alabama” (de Lynyrd Skynyrd) nem me surprendeu mais; já tinha ouvido desde uma versão com mais graves de “I saw her standing there” dos Beatles até “Like a rolling stone” (de Bob Dylan, música da qual os Rollings tiraram o seu nome) ... Era esse rock que você pode curtir dançando sem que perca o peso do rock, en fim... rock’n roll.

Câmara digital na mão (uma simples Concord 2040, perdão pela imperfeição de algumas vistas), aproveitei enquanto marcava o ritmo das músicas com os pés, vendo crianças e adultos fazer o mesmo ao meu lado. A entrevista que surgiu depois de acabar o show, foi conseqüência óbvia... O nome do vocalista: Giovani Agostini.

 

G. -Por que o nome da banda?

G.A.-Por Stevie Ray Vaughan e Double Trouble...

G. -Isso confirma o que eu senti ao ouvir o som do baixo de vocês e pensei que esse rock tinha

muito de blues, de southern-rock, reforçado depois quando ouvi “Sweet home Alabama”...

G.A.-É, nós somos uma banda que tem as principais influências em Eric Clapton, Stevie Ray

Vaughan, Elvis e Johnny Rivers. São os 4 que a gente fundamentou a banda neles, mas a gente

tem um respeito enorme pelo Stevie Ray Vaughan. Então muito do nosso estilo e de nossos

arranjos a gente deve a eles.

G. -De onde vocês são?

G.A.-Daqui de Garibaldi.

G. -Há quanto que vocês se conhecem?

G.A.-A nossa banda está formada há 2 anos, porém ela passou por diversas modificaçoes até chegar ao

que é hoje. Hoje sou eu Giovani (Agostini) na guitarra e voz, Rafa no baixo e back in vocals, Dudu no

teclado e no back in vocals e Joel na bateria. Porém nós começamos como trio. Só que a necessidade

do blues, a gente precisou de um teclado. A gente convidou o Dudu, que é nosso amigo, a tocar teclado

com a gente.

G. -Parabéns! Para mim foi uma surpresa muito grata. Se o pessoal quer fazer um show com vocês?

G.A.-O contato pro nosso show é no telefone 54 81121701.

G. -Mail?

G.A. Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

 
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